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Cresce malária no interior do Amazonas

Posted: 30 de jul. de 2010 | Publicada por AMC | Etiquetas:

Apesar de nos primeiros meses desse ano ter sido registrada uma queda no número de casos de malária em todo o estado, Manaus e interior tem registrado aumento dos casos. De acordo com dados da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), divulgados no Sistema de Informações Governamentais do Amazonas (e-Siga), foram 31.335 nos cinco primeiros meses de 2010 e 35.636 no mesmo período de 2009. A queda foi de 12,1% se comparado ao mesmo período do ano passado. Mesmo com a queda e todo Estado, o índice de casos tem aumentado em Manaus e no Baixo Amazonas. Na capital o aumento foi de 45% em relação ao mesmo período do ano passado.

O aumento do índice de malária também tem atingido a Agrovila do Cabury, zona rural do município de Parintins, Baixo Amazonas. Segundo estudo realizado pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA), o aumento de casos no Baixo Amazonas se deve ao crescimento populacional da região.
As causas desse surto na Agrovila, como crescimento populacional através da migração e a ação antrópica causadora de desequilíbrio nos ecossistemas e possíveis, conseqüências desse surto de malária se tornaram um trabalho apresentado por acadêmicos da UEA na 62ª reunião da SBPC.
O e-siga também denunciou o aumento de casos de malária em Rio Preto da Eva. O município teve um aumento de 93% de casos. Foi um salto de 439 casos para 847 casos uma das possíveis causas do aumento de malária em Manaus seriam as invasões na cidade.
Segundo o diretor-presidente da FVS, Bernardino Albuquerque, o aumento dos casos aconteceu dentro de áreas de expansão, que levam os moradores para locais onde se encontram os mosquitos transmissores.
Foram registrados nos primeiros meses 7.314 casos em Manaus. O aumento foi de 45% em relação ao mesmo período do ano passado, que registrou 5.044 ocorrências da doença. A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), confirmou somente em junho 1.374 na zona oeste da capital. No mesmo período de 2009 foram 1.995 registrados no mesmo mês de 2009, uma queda de 31,1%.

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