Os cortes na despesa pública, que afectam largamente a educação, foram decididos ainda pelo governo de Silvio Berlusconi, mas o novo executivo não os anulou nem anunciou novos investimentos no sector. “Estamos preocupados com as nossas perspectivas e com o futuro do nosso país”, disse à Reuters Madalina Ursu, de 19 anos, em Roma. A taxa de desemprego entre os jovens atingiu já os 35%, três vezes mais do que a taxa de desemprego nacional. Na prática, isto significa que um em cada três jovens italianos está sem emprego, número que tende a aumentar com a crise da dívida na União Europeia.
Alguns dos protestos, todos não-autorizados, acabaram em confrontos entre manifestantes e a polícia, com o pior caso a ser registado na capital. A polícia de choque interviu quando os estudantes tentaram alegadamente entrar no Ministério da Educação; fonte das autoridades avançou à Reuters que pelo menos seis agentes ficaram feridos nos incidentes. Alguns jovens foram “brevemente” detidos, apontava a Euronews sem avançar mais pormenores.
Segundo o mesmo website, para além de Roma, as manifestações em Milão e em Turim também geraram alguns confrontos, com situações mais calmas a serem registadas nas marchas de protesto em Nápoles, Bolonha e Modena.
via RT
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