Cenas do show O Cabaré Sentimental - com Adriana Capparelli, Anna Toledo, Guilherme Terra (piano) e Rafael Ferrari (contrabaixo). Versão para o português de Arthur Nestrovski.
All of Jazz - São Paulo - junho 2009.
gravação e edição: Paulinho de Jesus
# MySpace

1. Bodas de Prata (João Bosco/ Aldir Blanc) 
2. Vida Noturna (João Bosco/ Aldir Blanc)
3. Eu e a Música (Roberto Menescal / Aldir Blanc)
4. Latin Lover (João Bosco/ Aldir Blanc)
5. Maçã Tatuada (Moacyr Luz/ Aldir Blanc)
6. O Cavaleiro e os Moinhos (João Bosco/ Aldir Blanc)
7. Patrulhando (Masmorra) (João Bosco/ Aldir Blanc/Paulo Emílio)
8. Catavento e Girassol (Guinga/Aldir Blanc)
9. Resposta ao Tempo (Cristóvão Bastos/ Aldir Blanc)
10. A Nível de...(João Bosco/ Aldir Blanc)
11. Miss Suéter (João Bosco/ Aldir Blanc)
12. Denúncia Vazia (João Bosco/ Aldir Blanc)
13. Valsa pra Leila (Guinga/Aldir Blanc)
14. Pequeno Circo Íntimo (Ivan Lins/Aldir Blanc/Paulo Emílio)
2. Vida Noturna (João Bosco/ Aldir Blanc)
3. Eu e a Música (Roberto Menescal / Aldir Blanc)
4. Latin Lover (João Bosco/ Aldir Blanc)
5. Maçã Tatuada (Moacyr Luz/ Aldir Blanc)
6. O Cavaleiro e os Moinhos (João Bosco/ Aldir Blanc)
7. Patrulhando (Masmorra) (João Bosco/ Aldir Blanc/Paulo Emílio)
8. Catavento e Girassol (Guinga/Aldir Blanc)
9. Resposta ao Tempo (Cristóvão Bastos/ Aldir Blanc)
10. A Nível de...(João Bosco/ Aldir Blanc)
11. Miss Suéter (João Bosco/ Aldir Blanc)
12. Denúncia Vazia (João Bosco/ Aldir Blanc)
13. Valsa pra Leila (Guinga/Aldir Blanc)
14. Pequeno Circo Íntimo (Ivan Lins/Aldir Blanc/Paulo Emílio)
_1. Asma (Adriana Capparelli/Letícia Coura) 
_2. Todo Dia (Letícia Coura)
_3. 3 da Madrugada (Carlos Pinto/Torquato Neto)
_4. Décadas/Chuva
_5. Décadas (Natalia Mallo)
_6. Asas do Desejo (Adriana Capparelli)
_7 Por que (não) ir? (Adriana Capparelli/ Letícia Coura)
_8. De Papel (Zeca Baleiro/Vanessa Bumagny)
_9. Day Tripper (Lennon/McCartney)
_10. Asa (Caetano Veloso)
_11. A Pomba Roxa Ardente (Adriana Capparelli/Plínio
_Marcos)
_12. Outono (Zé Miguel Wisnik)
_13. Cisne (Adriana Capparelli/Clarice Lispector)
_2. Todo Dia (Letícia Coura)
_3. 3 da Madrugada (Carlos Pinto/Torquato Neto)
_4. Décadas/Chuva
_5. Décadas (Natalia Mallo)
_6. Asas do Desejo (Adriana Capparelli)
_7 Por que (não) ir? (Adriana Capparelli/ Letícia Coura)
_8. De Papel (Zeca Baleiro/Vanessa Bumagny)
_9. Day Tripper (Lennon/McCartney)
_10. Asa (Caetano Veloso)
_11. A Pomba Roxa Ardente (Adriana Capparelli/Plínio
_Marcos)
_12. Outono (Zé Miguel Wisnik)
_13. Cisne (Adriana Capparelli/Clarice Lispector)
Sobre
Cantora, compositora e atriz. Sua carreira sempre esteve ligada ao teatro, principalmente produções musicais: BACANTES, com o Oficina, MASTER CLASS, com Marilia Pêra, ÓPERA DO MALANDRO e GOTA D´ÁGUA, direção de Gabriel Villela, WILD STORIES, espetáculo baseado nos contos infantis do escritor Oscar Wilde, direção de Alexandre Stockler, OS SERTÕES, de Euclides da Cunha, produção do Teatro Oficina, dirigida por Zé Celso Martinez Corrêa, LORCA – ALELUIA ERÓTICA EM 38 QUADROS E UM ASSASSINATO, com o grupo XPTO e recentemente CYPRIANO E CHANTALAN, de Luiz Antônio Martinez Corrêa e Analu Prestes, novamente com o Oficina.
Sua estréia em cd aconteceu em 2000 através de um convite que recebeu de José Carlos Costa Netto, do selo Dabliú (SP), para homenagear o letrista carioca Aldir Blanc. O convite aconteceu justamente por Adriana também ser atriz, deveria ser um cd propositalmente teatral. Depois de dois meses de minuciosa carpintaria com a diretora Isabel Setti, com cada palavra, cada pausa e intenção trabalhadas, nasce Pequeno Circo Íntimo. Como diz Aimar Labaki, crítico de teatro, um cd de cantora de cabaré, pra fora, empostado, mãos nas cadeiras, voz na cabeça. Aldir Blanc ficou sensivelmente emocionado com o presente, o cd foi bem recebido pela crítica e o show teatral Pequeno Circo Íntimo estreou no Teatro Crowne Plaza e fez longa temporada no TBC e Espaço dos Satyros, em 2001.Já o segundo cd da cantora - Bem mais Perto - é o oposto do primeiro. Contido, mínimo, extremamente musical e nada, quase nada teatral, é a estréia de Adriana como compositora. Os arranjos são simples, sem efeitos, quase crus, com a sonoridade o mais fiel possível ao instrumento acústico. O que prevalece é a voz e a interpretação, a poesia, a maneira mais próxima de cantar as palavras escolhidas. Palavras escolhidas de Clarice Lispector, Torquato Neto, Caetano Veloso, Zé Miguel Wisnik, Plínio Marcos, da parceira Letícia Coura e das compositoras Vanessa Bumagny e Natalia Mallo.
... Bem + perto é a estréia de Adriana Capparelli como compositora. Cinco inéditas de sua autoria estão acompanhadas por canções de novos compositores, mas também uma de Caetano Veloso e dos Beatles. Mas o que ela escolher – encaixa-se num estilo estabelecido principalmente pela sua voz, e então por uma estrutura muito transparente de arranjos e finalmente por uma pós-produção que leva sua voz “o mais perto possível” à alma do ouvinte. As letras são cheias de poesia de uma forma melancólica e sensual. A cidade monstruosa onde ela vive, megalópole São Paulo, ocupa uma parte importante – com as chuvas fortes que às vezes parecem inundar as partes baixas da cidade; até com o ar poluído que leva à asma em uma das canções mais bonitas, com um ritmo meio rock e alguns coros arranjados belamente com a voz de sua parceira musical Letícia Coura. E cantando sobre um cartão postal de Berlim/Alemanha, Adriana não está apenas muito próxima do anjo de Berlim, no alto do Siegessäule – monumento eternizado pelo já clássico filme de Win Wenders, “Asas do Desejo”, ela está mesmo numa “jazz-ballad-mood” de uma canção de amor além de qualquer tempo...
Nos últimos anos Adriana, além de começar a compor com mais intensidade, se dedicou principalmente ao teatro. Atuou em oito espetáculos em cinco anos. Metade deste tempo dedicado quase que exclusivamente à criação do épico musical OS SERTÕES, no Teatro Oficina, como cantora, atriz e compositora.
Próximo projeto – o cd Aos Contrários
Aos Contrários é um cd idealizado e maturado há muitos anos, resultado da parceria musical de Adriana e da cantora e compositora Letícia Coura.
O nome Aos Contrários reflete a criação conjunta, o encontro de forças antagônicas e complementares. Trabalhando juntas na montagem do musical Os Sertões do Teatro Oficina de São Paulo de 2003 à 2007, para o qual compuseram e interpretaram várias canções, até a participação de Adriana em dois cds do trio Revista do Samba de Letícia (2004/2006), a gravação de duas parcerias e de uma canção de Letícia no cd Bem mais Perto de Adriana (2005), e ainda da apresentação da dupla na abertura da Copa da Cultura na Haus der Kulturen der Welt em Berlim, e do trabalho desenvolvido por ambas junto à banda alemã Schnaftl Ufftschik em 2006 e 2008, a união das duas artistas é um trabalho que deseja ser visto e ouvido. É uma parceria não só de composição, mas também de interpretação, que parte da experiência de ambas com o trabalho em teatro, e inspira o nome do show, Aos Contrários, dedicado aos contrários de referências e influências musicais e modos de interpretação de cada uma, e à possibilidade da interação, complementação e enriquecimento através das diferenças. Trabalho de composição que reflete de forma original o universo feminino, e de interpretação que remete a uma tradição um pouco esquecida da música brasileira, as grandes duplas/antagonistas de intérpretes, como Carmem e Aurora Miranda, as irmãs Batista, as ´arqui-inimigas´ Emilinha e Marlene, e mais recentemente, Maria Bethânia e Gal Costa.
No repertório, canções próprias como Faixa de Gaza, Triste Quente, O sol de Maiakoiski (Adriana Capparelli), Sem Tradução, Ex-Mulher, Nick Name (Letícia Coura) e as parcerias –, Debaixo D’água, Asma, Por que (não) ir?, A Estrela, Ao Contrário (Berlin), Jeanne Moreau (com Zé Celso Martinêz Corrêa), além das interpretações de clássicos da música brasileira como Amendoim Torradinho, (Henrique Beltrão), Molambo (Jaime Florence e Augusto Mesquita) e Jóia (Caetano Veloso). O show no qual a dupla experimenta e esquenta o repertório vem acontecendo. Já se apresentaram em Berlim, Minas e São Paulo, capital e interior.
....Se Adriana Capparelli pudesse se aproximar de alguma classificação, ela estaria próxima do muito exclusivo, muito especial estilo cantor/compositor, conhecido por este nome principalmente nos Estados Unidos da América. E no mundo “francofônico”, alguém que escreve e canta, que é capaz de criar seu próprio estilo, seria descrita como “chansonnier”. Adriana Capparelli não é americana nem francesa, mas uma mulher que vem do Brasil com corpo, coração e alma (e - nunca se esqueça, com voz!) _ se existe um nome para sua mistura especial de talento no Brasil, eu não conheço ainda...
Michael Laages
(Crítico de jazz e teatro de jornais, revistas e programas de rádio da Alemanha)
(Crítico de jazz e teatro de jornais, revistas e programas de rádio da Alemanha)
Biografia
Cantora, compositora e atriz, natural de Goiânia-GO.
2008 – Começam os arranjos e apresentações experimentais do AOS CONTRÁRIOS, próximo cd, com Letícia Coura. Shows no interior de São Paulo, São Paulo e Berlim. Em setembro shows com a banda alemã SCHNAFTL UFFTSCHIK, no DONAUSINSELFEST (Festival do Rio Danúbio), maior festival de música ao ar livre da Europa realizado em Viena - Áustria, e no interior da Alemanha e Berlim. No teatro, CYPRIANO E CHANTALAN, musical de Luiz Antônio Martinez Corrêa e Analu Prestes, com o Oficina e o Bixigão, projeto social de inclusão de crianças e adolescentes do bairro do Bixiga.
2007 - Gravação em DVD de todos os espetáculos de OS SERTÕES no primeiro semestre. Em abril estréia LORCA – ALELUIA ERÓTICA EM 38 QUADROS E UM ASSASSINATO, com o grupo XPTO. O show BEM MAIS PERTO viaja pro interior de São Paulo. LORCA fica em cartaz no TUSP - Teatro da USP - até junho. No segundo semestre viaja com OS SERTÔES para Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Quixeramobim e fecha historicamente o trabalho de cinco anos em Canudos. LORCA viaja para Vitória.
2006 - O show BEM MAIS PERTO estréia em abril no Teatro do Sesc Pompéia. Em maio shows com a banda alemã SCHNAFTL UFFTSCHIK em Berlim e interior da Alemanha, como cantora e compositora. No segundo semestre entram em cartaz todos os espetáculos de OS SERTÕES no Teatro Oficina - São Paulo.
2005 - Estréia A LUTA 1, penúltima parte de OS SERTÕES. Os espetáculos A TERRA, O HOMEM 1, O HOMEM 2 e A LUTA 1 fazem polêmica temporada no mês de setembro em Berlim, no teatro Volksbühne e A LUTA 1 ganha, entre outros, o “Prêmio BRAVO!” de melhor espetáculo teatral do ano. Lança o cd BEM MAIS PERTO.
2004 – OS SERTÕES - sucesso no Festival Internacional de Teatro do Vale do Rühr, RECKLINGHAUSEN, ALEMANHA. Gravação do segundo cd, BEM MAIS PERTO, como intérprete e também compositora.
2003 - OS SERTÕES, - O HOMEM 1 e O HOMEM 2 - produções do Teatro Oficina, como cantora, atriz e desta vez compositora.
2002 – Dois espetáculos de OSCAR WILDE: DE PROFUNDIS, com o grupo Satyros e o infanto-juvenil WILD STORIES, de Alexandre Stockler, baseado nos contos infantis do autor.
2001 -Temporada de dois meses e meio do show PEQUENO CIRCO ÍNTIMO no Espaço dos Satyros. No teatro, GOTA D’ÁGUA, de Chico Buarque e Paulo Pontes, direção Gabriel Villela.
2000 - Lançamento do cd PEQUENO CIRCO ÍNTIMO no Teatro Crowne Plaza, São Paulo. O show PEQUENO CIRCO ÍNTIMO faz temporada no Teatro Brasileiro de Comédia –TBC. Faz parte do elenco de ÓPERA DO MALANDRO, de Chico Buarque, direção de Gabriel Villela.
1999 – Gravação do primeiro cd, PEQUENO CIRCO ÍNTIMO – convite de José Carlos Costa Netto, da Dabliú Discos – São Paulo, para homenagear o letrista carioca Aldir Blanc. O cd é teatral e cabaré. Direção de interpretação de Isabel Setti e direção musical de Michel Freidenson.
1997 - Grava para a trilha sonora da novela ZAZÁ / REDE GLOBO a música ESCÂNDALO, de Caetano Veloso.
1996 - MASTER CLASS, com Marília Pêra no papel de Maria Callas. Direção Jorge Takla.
1995 - Festival de Teatro Grego em Ribeirão Preto com a peça AS BACANTES. Direção José Celso Martinez Corrêa, com o TEATRO OFICINA.
1993/ 1994 - HAIR, espetáculo dirigido por JORGE FERNANDO.
1992 - Coral Paulistano, um dos corpos estáveis do Teatro Municipal de São Paulo, regido pelo maestro Samuel Kerr. Dos trabalhos em ópera destaca-se XERXES, de Haendel, produção da ENGLISH NATIONAL ÓPERA, atuando com cantores ingleses. Neste mesmo ano faz parte da CIA.CORAL, grupo cênico/musical também regido por Samuel Kerr. Espetáculos: JOÃO PACÍFICO e O NÃO AMOROSO
1991 - PARZIFAL, de Jorge Takla, baseado na obra de Wagner, mesclando canto erudito e popular.
1990 - Em São Paulo ganha uma bolsa da Universidade Livre de Música no curso de CANTO ERUDITO com a professora Hellyanne Karan com quem estuda durante dois anos.
1989 - Diploma de “bacharel em jornalismo” pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas.
1986 - Faz parte do Coral da Orquestra Sinfônica de Campinas e apresenta-se cantando solo acompanhada pela orquestra a convite do maestro Benito Juarez.
1982 – Adolescente estréia em teatro: MORTE E VIDA SEVERINA, de João Cabral de Melo Neto e Chico Buarque, em Uberlândia-MG
Críticas
SOBRE O CD BEM MAIS PERTO
João Pessoa Quarta, 06 de Setembro de 2006
Vozes que não podem calar
Ricardo Anísio
Especial para o Show
ricardoanísio@jornalonorte.com.br
...
"Bem + Perto"
Adriana Capparelli é, assim como Maricenne, mais intérprete que cantora. Isso quer dizer que mais que a exatidão ela opta pela emoção, sem comprometer a leitura das canções. Arrojada, ela gravou anteriormente um disco inteiro dedicado a parceria João Bosco-Aldir Blanc, e se deu bem demais. Este "Bem + Perto" que acaba de sair, tem uma seleção de canções excelentes, que vão da irônica "Asma" (Adriana Capparelli - Letícia Coura) a lírica "Cisne", em que Adriana musica um texto de Clarice Lispector.
Pelo meio do caminho tem maravilhas como a inspirada "3 da Madrugada" (Carlos Pinto - Torquato Neto) e a curiosa versão do hit dos Beatles "Day Tripper" (Lennon & McCartney). Outro momento marcante do disco é "De Papel", de Zeca Baleiro e Vanessa Burmagny.
Adriana Capparelli deita e rola em "Asa", de Caetano Veloso, onde resume sua proposta sonora sem exageros de eletrônica, aqui no caso com violão, percussão e baixo acústico bastando para a voz peculiaríssima de Adriana soar ocupando todos os espaços e chamando a atenção para a letra. Aliás, é assim que corre o CD inteiro, com uma cama sonora suave e desplugada para uma voz intensa a forte. É essa força que faz de uma canção de amor como "Outono", do genial José Miguel Wisnik, soar profunda e cortante.
Certamente esse "Bem + Perto" pode causar estranhamento aos leigos e semi-iniciados na MPB alternativa, mas aos ouvidos curiosos que vivem em busca de nomes novos e talentos ousados, é um disco obrigatório.
Blog do Pedro Alexandre Sanches
Abril 23, 2006
... talvez nunca seja tarde para lembrarmos o que foi gravado de bacana e de bacaníssimo no ano musical brasileiro do antigo e já quase esquecido 2005, pois não? Se sim, vai aí a listinha pessoal e impressionista (e alfabética) do pas...
Adriana Capparelli, "bem + perto" (dabliú discos) - cantriz do grupo oficina, adriana semeia tons tristonhos numa mpb de canções próprias, & de outras moças (letícia coura, natalia mallo, vanessa bumagny), & de outros moços (zeca baleiro, torquato, caetano) etc. & tal & coisa.
Abril 23, 2006
... talvez nunca seja tarde para lembrarmos o que foi gravado de bacana e de bacaníssimo no ano musical brasileiro do antigo e já quase esquecido 2005, pois não? Se sim, vai aí a listinha pessoal e impressionista (e alfabética) do pas...
Adriana Capparelli, "bem + perto" (dabliú discos) - cantriz do grupo oficina, adriana semeia tons tristonhos numa mpb de canções próprias, & de outras moças (letícia coura, natalia mallo, vanessa bumagny), & de outros moços (zeca baleiro, torquato, caetano) etc. & tal & coisa.
Musiqualidade (Infonet)
Rubens Lisboa
13/03/2006
Rubens Lisboa
13/03/2006
Depois de um excelente primeiro disco lançado em 1999 e totalmente voltado para a obra de Aldir Blanc (o CD “Pequeno Circo Íntimo”), a cantora e atriz Adriana Capparelli lança o seu segundo álbum, desta vez misturando composições próprias com outras de compositores alheios. O trabalho, um lançamento da pequena gravadora Dabliú, recebeu o sugestivo título de “Bem Mais Perto” e mostra uma intérprete vigorosa e afinada. O seu lado de atriz transparece nítido em faixas como “3 da Madrugada”, uma das melhores do CD, na qual Adriana dá a dimensão exata de emoção a cada palavra da letra. Há belas regravações de Caetano Veloso (“Asa”, da fase experimentalista do baiano, compositor de quem Adriana já havia gravado, de forma magnífica e especialmente para a trilha sonora da novela global “Zazá”, a bela canção “Escândalo”), de Zé Miguel Wisnik (a melancólica “Outono”) e dos Beatles (a menos conhecida “Day Tripper”). Adriana musicou textos fortes da escritora Clarice Lispector (“Cisne”) e do teatrólogo Plínio Marcos (“A Pomba Roxa Ardente”), com resultados bem satisfatórios. Também de sua lavra merece destaque a criativa “Asma” (parceria com Letícia Coura). Outras canções bastante interessantes são “Décadas” (de Natália Mallo) e “De Papel” (parceria de Zeca Baleiro e Vanessa Bumagny). Vale a pena conhecer o trabalho dessa visceral cantora!
Ziriguidum – 13/03/2006
Adriana Capparelli estréia suas composições
Atriz e cantora mostra, pela primeira vez, sua própria música
Atriz e cantora mostra, pela primeira vez, sua própria música
por Beto Feitosa
Atriz/cantora, cantora/atriz, a ordem não importa, uma funciona a serviço da outra. Adriana Capparelli é dessa turma que transita pelo teatro musical e pelas notas de sua música com desenvoltura. Suas primeiras composições são mostradas no CD Bem + perto, lançamento da Dabliú Discos.
No papel de atriz, Adriana já colocou a voz à serviço de personagens em peças como Hair, com Jorge Fernando, Master class, com Marília Pêra, além das obras de Chico Buarque Ópera do malandro e Gota d'água. Atualmente faz parte do elenco de Os sertões, produção do Teatro Oficina de Zé Celso Martinez Corrêa.
Em 2000 lançou o CD Pequeno circo íntimo, vasculhando a imensa obra de Aldir Blanc. A atriz entrou de cabeça no trabalho, que teve cada palavra minuciosamente estudada e preparada. O bem sucedido show teve duas longas temporadas e emocionou o autor das canções.
Esse segundo CD coloca a cantora no papel principal, sua voz agora é própria e as palavras são dela. Os arranjos crus abrem a intimidade de Adriana, que apresenta sua porção pop.
A produção foi toda feita entre os amigos Natália Mallo e Renato Commi, esse clima à vontade passa no disco em arranjos leves e acústicos. Parcerias com Letícia Coura e até com Plínio Marcos e Clarice Lispector dão a dica do universo de Adriana que também traz músicas de Caetano Veloso (Asa), Zeca Baleiro e Vanessa Bumagny (De papel) e resgata uma pérola off-tropicalista do esquecido Torquato Neto, Três da madrugada, parceria com Carlos Pinto.
Adriana Capparelli deixa as personagens de lado e se mostra um pouco mais. A cantora dando voz a compositora, uma nova possibilidade, um novo caminho, uma nova artista.
No papel de atriz, Adriana já colocou a voz à serviço de personagens em peças como Hair, com Jorge Fernando, Master class, com Marília Pêra, além das obras de Chico Buarque Ópera do malandro e Gota d'água. Atualmente faz parte do elenco de Os sertões, produção do Teatro Oficina de Zé Celso Martinez Corrêa.
Em 2000 lançou o CD Pequeno circo íntimo, vasculhando a imensa obra de Aldir Blanc. A atriz entrou de cabeça no trabalho, que teve cada palavra minuciosamente estudada e preparada. O bem sucedido show teve duas longas temporadas e emocionou o autor das canções.
Esse segundo CD coloca a cantora no papel principal, sua voz agora é própria e as palavras são dela. Os arranjos crus abrem a intimidade de Adriana, que apresenta sua porção pop.
A produção foi toda feita entre os amigos Natália Mallo e Renato Commi, esse clima à vontade passa no disco em arranjos leves e acústicos. Parcerias com Letícia Coura e até com Plínio Marcos e Clarice Lispector dão a dica do universo de Adriana que também traz músicas de Caetano Veloso (Asa), Zeca Baleiro e Vanessa Bumagny (De papel) e resgata uma pérola off-tropicalista do esquecido Torquato Neto, Três da madrugada, parceria com Carlos Pinto.
Adriana Capparelli deixa as personagens de lado e se mostra um pouco mais. A cantora dando voz a compositora, uma nova possibilidade, um novo caminho, uma nova artista.
01 de Fevereiro de 2006. Fortaleza, Ceará.
ADRIANA CAPPARELLI:
uma das boas revelações femininas da música brasileira
uma das boas revelações femininas da música brasileira
BEM MAIS POP
“Asma” (Adriana Capparelli e Letícia Coura) e sua leitura de “Day tripper” (Lennon/Mc Cartney) sugerem a influência de Cássia Eller, mas o pop de Adriana Capparelli revela uma textura mais para Adriana Calcanhotto. A cantora, compositora e atriz paulista é um dos achados da nova lavra feminina da música brasileira. Com atuações em produções como “Bacantes”, “Hair” e “Os Sertões”, ela demonstra intimidade com a palavra oral, em canções como “Todo dia” (Letícia Coura) ou “3 da madrugada” (Carlos Pinto/Torquato Neto). Dramaticidade evidente ainda em “Cisne” e “A pomba roxa ardente”, em torno de textos de Clarice Lispector e Plínio Marcos. Há muita sensualidade e intimidade nas letras e arranjos fortes desta sua produção, ao lado de Renato Commi e de Natalia Mallo, do grupo Trash pour 4. A moça já lançara “Pequeno Circo Íntimo”, um tributo a Aldir Blanc, mas esta é sua estréia, digamos, pessoal. Sua força intimista crua se mostra ainda em canções como a sua “Asas do desejo” e ainda, “De papel” (Zeca Baleiro e Vanessa Bumagny) e “Outono” (Zé Miguel Wisnik).
Revista Isto é (11 de janeiro de 2006)
| |
| Dueto: Adriana, atriz e cantora | |
| Música |
| Canto suave |
| Adriana Capparelli se solta em Bem + perto |
| Luiz Chagas |
Depois de uma estréia tímida em disco com Pequeno circo íntimo, dedicado a Aldir Blanc, Adriana reaparece mais solta em Bem + perto (Dabliú Discos). Tanto é que alterna parcerias com Letícia Coura com apropriações de textos de Plínio Marcos e Clarice Lispector, e composições alheias de Torquato Neto ou Zé Miguel Wisnik sem perder o tom. A beatliana Day tripper soa desnecessária diante de Asa, de Caetano Veloso, literalmente celeste. Os músicos são de primeira, Renato Commi, Natália Mallo, Pedro Macedo, Zeca Loureiro e Ricardo Garcia. De +.
NAS LOJAS
MPB
BEM + PERTO
ADRIANA CAPPARELLI
Entre o belo "Pequeno Circo Íntimo", dedicado à obra de Aldir Blanc, e este novo "Bem + Perto", passaram-se cerca de cinco anos e oito espetáculos teatrais. A atriz paulista Adriana Capparelli dá vez a uma cantora mais amadurecida, com coragem para se inserir no repertório. A sua "Asas do Desejo" e as duas parcerias com Letícia Coura -"Asma", "Por que (Não) Ir?"- são bons momentos de voz e composição do disco, assim como é feliz a aposta em "Décadas", de Natalia Mallo.
POR QUE OUVIR: Apesar da deslocada presença da canção "Day Tripper" (de John Lennon & Paul McCartney), o CD tem uma ternura que consegue ser cativante sem se tornar melosa. A dilacerada "3 da Madrugada" (parceria de Carlos Pinto e Torquato Neto) ganha linda versão na voz de Adriana. (LUIZ FERNANDO VIANNA)
GRAVADORA: Dabliú.
QUANTO: R$ 22, em média.
TEATRO
... “Teria valido ver a peça ainda que fosse só para ouvir Adriana Capparelli no papel de Verônica. Sua voz é tão cálida quanto é gélida a sua imagem de mulher envolta num véu negro. As mulheres em “A LUTA” são particularmente impressionantes”...
Betty Milan – Folha de São Paulo – Ilustrada (14 de maio de 2005)
... “Por isso, Os sertões é, como Zé Celso queria que fosse, um coro no qual, se soubéssemos as palavras, gostaríamos de entrar.
Falando em coro, as duas vozes que puxam o samba do Oficina são diferentes e ambas primorosas: a de Letícia Coura e a de Adriana Capparelli. Não podendo estar em São Paulo na estréia, enfiei na mala um disco de cada uma (Letícia Coura Canta Boris Vian e, de Adriana, Pequeno Circo Íntimo). Na noite do dia 13, para me consolar, escutarei os dois.”
... “Por isso, Os sertões é, como Zé Celso queria que fosse, um coro no qual, se soubéssemos as palavras, gostaríamos de entrar.
Falando em coro, as duas vozes que puxam o samba do Oficina são diferentes e ambas primorosas: a de Letícia Coura e a de Adriana Capparelli. Não podendo estar em São Paulo na estréia, enfiei na mala um disco de cada uma (Letícia Coura Canta Boris Vian e, de Adriana, Pequeno Circo Íntimo). Na noite do dia 13, para me consolar, escutarei os dois.”
Contardo Calligaris – Folha de São Paulo – Ilustrada ( 4 de dezembro de 2003)
... “A utilização de procedimentos que remontam aos anos 60 – nudez, participação festiva da platéia, auto-referência explícita e por vezes anacrônica – faz com que seus detratores não enxerguem o essencial. No conteúdo, Zé Celso faz uma ponte com nossa melhor tradição – Euclides, Sergio Buarque de Holanda, Caio Prado Júnior – num aggiornamento que não é vulgarizado. Na forma, ele cria o verdadeiro musical brasileiro. Um misto de cantata , coro dionisíaco e cantiga de roda. E ainda se dá ao luxo de ter no mesmo elenco Adriana Capparelli e Letícia Coura. Algo assim como ter Andrea Marcovicci e Bernadette Peters fazendo coro. (Se alguém duvida, basta escutar os preciosos discos de estréia, nos quais Adriana só canta Aldir Blanc e Letícia recria Boris Vian. Outro caso em que a opção pelo repertório, como em Maria Rita, já as coloca a anos luz de sua geração.)”...
Aimar Labaki - Revista Bravo (dezembro de 2003)
...“Em De Profundis, outro elemento importante para o resultado são as interpretações. Adriana Capparelli empresta sua voz privilegiada e sua densidade à figura da Música.”...
Alberto Guzik – O Estado de São Paulo (14/06/2002)
...“ ‘Wild’Stories’ envolve o espectador em clima de luz negra e embalado com a voz rica de efeitos de Adriana Capparelli.”...
Mônica Rodrigues da Costa – Folha de São Paulo (02/05/2002)
SOBRE O SHOW E CD PEQUENO CIRCO ÍNTIMO
... “São duas cantoras-atrizes de forte personalidade cênica na tradicão dos cafés-concerto europeus. Letícia –voz delicada e humor levemente melancólico fez Letícia Coura Canta Boris Vian, enfim a descoberta do poeta, dramaturgo e músico. Em Pequeno Circo Íntimo, Adriana Capparelli estabelece um clima sensual e provocador para o estilo ‘torturante bandaid’ de Aldir Blanc. As duas estão ótimas e se completam. No palco, fica-se a um passo do sorriso sutil e a expressão sonhadora de Letícia e da sedução irônica de Adriana. Aconselha-se, então, tê-las em CD e vê-las ao vivo.”...
Jefferson Del Rios - Revista Bravo (maio 2001)
“Seja no palco como atriz, seja no papel de cantora, o negócio de Adriana Capparelli é interpretar. De preferência quando pode mostrar qualidade como faz atualmente no TBC, onde encara dois espetáculos numa boa. Como Lúcia, amante de Max em ‘Ópera do Malandro’ ela solta a voz cantando e interpretando o texto de Chico Buarque. Mal as cortinas se fecham vem com o show ‘Pequeno Circo Íntimo’ onde canta e dá vida aos personagens das canções de Aldir Blanc.”
Joyce Pascowith – Glamurama Gente (25/10/2000)
“A gente se conheceu hoje e sentiu essa imensa simpatia toda que parece vir de muito antes. Sou herege, ateu, nada místico, detesto Paulo Coelho, sou completamente descrente mas ela é maravilhosa. Parece que já nos conhecíamos. Fiquei muito comovido.... Muito mais do que um sorriso, esse disco me provocou um branco. Fiquei tonto. É muito bacana ela gravar músicas que já são consideradas clássicas depois das versões de Nana Caymmi e Elis Regina. Nos Estados Unidos todo mundo canta tudo, aqui parece que ficam com medo. Só perde pênalti quem se apresenta para bater... Elis Regina ficaria comovida se ouvisse a versão de Adriana para Bodas de Prata. A própria Denúncia Vazia, que é uma música complicada e tem uma versão que a Nana apresenta há muitos anos... Sem falar na Resposta ao Tempo, que Adriana também retoma muito bem... Se falar mal dela na rua, agora, perto de mim, eu brigo.”
Aldir Blanc em entrevista para o Jornal do Brasil (31/03/2000)
“Em Pequeno Circo Íntimo (Dabliú) a cantriz Adriana Capparelli descobriu aquele óbvio ululante de que falava o teatrólogo Nelson Rodrigues. Dedicou as 14 faixas do CD à obra do genial poeta Aldir Blanc que, em muitas letras, emprega evidente carpintaria teatral. São pequenas peças de intenso conteúdo dramático repletas de sutilezas, ideais para quem conjuga as inflexões da fala e do canto.”... “Adriana arma seu circo de intérprete dosando densidade e coloquialismo. Uma estréia para várias cortinas.”
Tárik de Souza – Jornal do Brasil (31/03/2000)
“Adriana Capparelli tem a voz sob medida para as letras de Aldir Blanc”... “Coube a Adriana o desafio de recriar canções de Aldir já gravadas por Elis, Zizi Possi, Nana Caymmi, Leila Pinheiro. Não ficou devendo nada.”
Aluízio Falcão – Revista Isto é Gente (13/03/2000)






















0 comentários:
Postar um comentário