Milhares desfilaram nas ruas de oito cidades francesas, em protesto contra a destruição de empregos no sector da indústria. O protesto previa paralizar igualmente os transportes públicos mas, segundo a agência EFE, essa interrupção não foi plenamente conseguida.
Para ler aqui e aqui.
No mesmo dia, leio no Expresso:
A Assembleia Nacional francesa aprovou hoje, por 477 votos a favor e 70 contra, o Tratado Orçamental Europeu, que instaura a "regra de ouro" sobre os limites do défice, mas o Presidente François Hollande e o Governo viveram momentos difíceis durante o debate e a votação. Diversos deputados da maioria - ecologistas e 23 socialistas ou aparentados - votaram contra o documento ou abstiveram-se.
Durante o debate, a direita ironizou com os problemas na maioria parlamentar. Os seus dirigentes disseram que votaram "coerentemente" e lembraram que o tratado é "exatamente o mesmo" que o antigo Presidente, Nicolas Sarkozy, negociou com a chanceler alemã Angela Merkel.
Ao contrário, a esquerda comunista e os dissidentes recordaram a promessa eleitoral de François Hollande, quando este garantira que iria renegociá-lo e que "nunca" o aceitaria na forma atual.
A direção do grupo parlamentar socialista justificou os seus apelos à ratificação com a "mudança do contexto" na Europa e com a "adenda" sobre o crescimento que foi acrescentada ao documento depois da chegada de François Hollande ao Eliseu.





















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