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Milhares de pessoas estão concentradas na Praça Neptuno, em Madrid, um dos principais acessos ao Congresso de Deputados, contra as medidas de austeridade impostas pelo governo de Rajoy.
O protesto foi convocado pela plataforma 25S que, na terça e quarta-feiras, já tinha mobilizado milhares de pessoas para a Praça Neptuno, em Madrid, num protesto contra a austeridade, a política do governo e pela reforma do sistema político.
Hoje, como na passada quarta-feira, os manifestantes pediram ainda a defesa dos 35 detidos nos violentos confrontos de terça-feira. "Demissão, Demissão" e "Que Não, Que Não nos representam" são algumas das frases mais ouvidas no protesto, onde muitos têm cartazes com a palavra "Não" e outros exibem fotos do presidente do Governo espanhol, Mariano Rajoy, com um nariz de Pinóquio ou com a língua de fora.
Como nas últimas duas manifestações, é visível uma forte presença policial, com dezenas de carrinhas da polícia estacionadas ao longo de todo o passeio do Prado, a avenida que cruza a Praça Neptuno, no centro de Madrid.
A delegação do governo reiterou já que a manifestação de hoje é ilegal, mas isso não demoveu os participantes entre os quais se encontram pessoas de todas as idades, uns em pé, outros sentados no chão, enchendo completamente a praça.
O incidente mais significativo até ao momento foi a tentativa de as autoridades fazerem com que as unidades de satélites das estações televisivas abandonassem a praça.
As produtoras e as cadeias de televisão conseguiram ficar no local, mas perderam os andaimes e as gruas que aí tinham instalados - estruturas que foram essenciais para recolher as imagens dos confrontos da passada terça-feira. Apesar disso, estações de televisão e outros órgãos de comunicação social conseguiram ocupar outros pontos estratégicos, como edifícios próximos e a parte superior das carrinhas de exteriores.
via TSF
# VÍDEOS: masiva pitada ante el helicóptero | Gritos de "dimisión, dimisión"
Além de impedirem a instalação de gruas e o acesso de carros de exteriores (necessários para os directos televisivos a partir da zona da manifestação), a polícia tentou impedir o registo de imagens por vários jornalistas identificados, segundo os relatos de vários diários espanhóis.
Polícia tentou desalojar pontos de transmissão em direto da manifestação em Madrid
Agentes da polícia espanhola tentaram durante a tarde de hoje desalojar as unidades de produção da empresa de meios de televisão Overon instalados na Praça Neptuno, onde hoje se concentra um novo protesto em Madrid.
"Inicialmente queriam que saíssemos daqui mas depois os nossos responsáveis de produção acabaram por nos deixar ficar à nossa responsabilidade", disse à Lusa fonte da empresa.
Uma jornalista do El País refere que fonte da Overon a informou de que a polícia pretendia que retirassem as unidades móveis "por segurança nacional".
Não foi possível à agência Lusa contactar qualquer responsável da polícia para apurar os motivos da decisão das autoridades.
Os pontos de direto, instalados no lado direito da Praça de Neptuno, foram usados desde o primeiro protesto no local -- num dos acessos ao Congresso de Deputados - no passado dia 23 de setembro e, novamente, a 25 de setembro.
Jornalistas de televisões de vários países, incluindo portuguesas, realizaram ali os seus diretos de acompanhamento dos protestos e hoje o mesmo está previsto.
No primeiro dia de protesto, algumas barreiras de proteção - que vedavam a zona onde estavam instalados os carros de exterior e os andaimes para os direitos -- foram removidas por manifestantes e lançadas à polícia.
No dia 26 de setembro, as barreiras estavam unidas entre si e não se registou qualquer incidente.
Centenas de pessoas começaram a chegar cerca das 18:00 (17:00 em Lisboa), à zona da Praça Neptuno, na entrada da Carrera de San Jerónimo, zona onde se mantém uma forte presença policial.
via Agência Lusa
Mas não é só em Madrid que os espanhóis estão a protestar contra os planos anunciados pelo executivo de Mariano Rajoy: em Valência, Santander, Badajoz, Málaga e Vigo, e outras 15 cidades, houve acções da Coordenadora 25-S para denunciar o “sequestro da democracia levado a cabo pelos mercados financeiros e executado com a colaboração da maioria dos partidos políticos”.
- En Sevilla, alrededor de 300 personas se han concentrado ante la sede del Parlamento de Andalucía, en el barrio de la Macarena, cuyas dependencias estaban cerradas y custodiadas por agentes de la Policía Nacional.
- En Málaga, se han concentrado varios cientos de personas en la céntrica plaza de la Constitución, para dirigirse después hacia el Ayuntamiento y la sede del Banco de España.
- Varios centenares de personas han participado en una cadena humana que ha rodeado el edificio de Les Corts Valencianes, en Valencia, donde se ha leído un manifiesto en el que se ha subrayado que la democracia "está secuestrada" y con esta acción la "rescatan".
- Medio millar de personas ha recorrido a pie las principales calles de la ciudad de Alicante con lemas dirigidos contra los políticos y las últimas medidas de ajustes económicos.
- En Oviedo, varios cientos de personas se han concentrado frente a la sede de la Junta General del Principado en respuesta a la convocatoria hecha por el movimiento social 15-M, y han cortado el tráfico en la calle Fruela, que discurre frente a la sede del Parlamento asturiano.
- Alrededor de doscientas personas se han congregado esta tarde en la plaza de Cort, frente al Ayuntamiento de Palma, para mostrar su apoyo a quienes participaron en la protesta "Rodea el Congreso".
- Cerca de un centenar de personas han cortado esta tarde durante una hora la avenida Calvo Sotelo de Santander, principal arteria de la ciudad, en apoyo a los participantes en la protesta del pasado 25-S en Madrid.
- Alrededor de un centenar de manifestantes ha rodeado la Delegación del Gobierno en Extremadura, en Badajoz, apoyando con proclamas y pancartas la concentración de este sábado en Madrid, mientras que al menos 300 personas se han concentrado en Ávila, Palencia y Valladolid.
via 20Minutos
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